Este site não é orientação médica e não substitui diagnóstico, acompanhamento ou tratamento. Se você tem ou suspeita ter alguma doença, procure um médico e siga o tratamento indicado.
A abordagemAs cinco leis biológicas
Este capítulo apresenta as cinco leis como a Nova Medicina Germânica as formula, na íntegra e sem atenuação. Ao longo do texto, notas ao lado acrescentam contexto: de onde vem cada ideia, o que a pesquisa já mostrou e o que é próprio da abordagem.
As bases da NMG
Em 1987, com base na observação de cerca de 10 mil casos de pacientes, dr. Hamer sistematizou suas descobertas em “4 Leis Biológicas da Natureza”, que seriam acrescidas do quinto princípio em 1994.
Essas leis descrevem as causas e a progressão de quase todas as doenças (físicas e comportamentais) e se aplicam a humanos e a animais. Porém, segundo o médico alemão, não devem ser aplicadas em caso de malformação, traumatismo e intoxicação.
Programa Especial Biológico de Sobrevivência (SBS)
Os estudos de dr. Hamer revelaram que as doenças não são manifestações aleatórias. Ao contrário, cada sintoma obedece a uma ordem, e cada enfermidade tem um propósito no sentido de garantir a sobrevivência do corpo.
Para a NMG, todo sintoma, seja físico, seja comportamental, é uma tentativa do corpo de resolver algum conflito.
Por isso, em vez de considerar um sintoma como “algo errado, que não funciona”, dr. Hamer passou a ver cada enfermidade como um “Programa Especial Biológico de Sobrevivência (SBS)” (do Inglês Significant Biological Special Program – SBS, em tradução livre), mencionado, a partir daqui, como Programa de Sobrevivência.
Ele entendeu que a doença é um programa biológico criado durante o processo evolutivo para permitir a adaptação do organismo a situações excepcionais com vistas à manutenção da vida.
Para a NMG, cada órgão possui um “Programa Regular”, para o funcionamento padrão dentro da normalidade, e um “Programa de Sobrevivência” (doença) para “situações excepcionais” ou “catástrofes biológicas”, explica o terapeuta Björn Eybl.
1ª Lei Biológica da Natureza – Lei Férrea do Câncer – O choque emocional
Para dr. Hamer, “situações excepcionais” ou “catástrofes biológicas” acontecem sempre que uma pessoa passa por um choque emocional específico – uma experiência dramática, inesperada e vivida em isolamento, em que a pessoa não consegue lutar, fugir ou expressar seus sentimentos vividos naquele momento.
Imediatamente após vivenciar esse trauma, o corpo inicia um Programa de Sobrevivência (ou doença). “Pequenas desarmonias geram ‘pequenas doenças’, enquanto grandes traumas geram ‘grandes doenças’.”, sintetiza Björn Eybl.
Para dr. Hamer, esse trauma também é o responsável pelo desenvolvimento, pela localização e pela evolução do câncer no organismo, motivo pelo qual ele se referia a esse conflito como “Lei Férrea do Câncer”.
Além disso, em homenagem a seu filho falecido, ele batizou esse choque emocional com o nome de “Síndrome de Dirk Hamer (DHS)”.
Somar é uma coisa. Substituir é outra. Olhar para a própria história emocional durante um tratamento de câncer é legítimo, e muita gente faz as duas coisas ao mesmo tempo. O que não se soma é a ideia de que o tumor é a fase de cura e de que o tratamento interrompe esse processo: essa não caminha ao lado do tratamento, ela toma o lugar dele.
A diferença aqui é de tempo, não de opinião. Câncer tem janela curta, em que semanas mudam o desfecho. Nenhuma linha desta página é orientação sobre o seu caso, e nada aqui deve adiar um exame, uma consulta ou o começo de um tratamento. Se esse é o seu caso ou o de alguém próximo, procure um oncologista agora. A página Um tema delicado conta o que aconteceu com duas pessoas que seguiram caminho diferente.
Síndrome de Dirk Hamer (DHS)
A Síndrome de Dirk Hamer (DHS) funciona da seguinte forma: no instante em que uma pessoa passa por um choque emocional específico – após vivenciar um evento traumático, inesperado e vivido em isolamento, em que não é possível reagir nem confrontar nem se opor à situação –, instala-se em seu corpo um conflito biológico que provoca alterações simultaneamente em três níveis – na psique (nas emoções), no cérebro e no órgão que manifestará esse desequilíbrio por meio de um Programa de Sobrevivência (doença).
O fator determinante dessas alterações não é o que aconteceu, mas como o paciente percebeu o trauma. A forma como a pessoa sente o choque emocional determina o órgão impactado. “Uma emoção específica afeta uma região cerebral específica que afeta um órgão específico, tudo simultaneamente. Ele (dr. Hamer) viu essas relações nas tomografias cerebrais dos pacientes que ele acompanhava”, explica o terapeuta Ivan Bonaldo.
Os Programas de Sobrevivência (doenças) se iniciam além do campo da consciência, complementa o austríaco Björn Eybl: “...os níveis de percepção nos quais os conflitos biológicos se instalaram têm pouco a ver com o intelecto e com a mente consciente.” Aqui, o fator decisivo é a mente subconsciente, onde residem nossas crenças.
O terapeuta Björn Eybl explica que a forma como a pessoa reage a um acontecimento depende de sua estrutura emocional, de seus padrões de crença e de suas fragilidades. Às vezes, o que aparentemente parece inofensivo pode ferir o ponto mais vulnerável de uma pessoa e machucá-la profundamente, enquanto, em outros momentos, grandes reveses podem ser facilmente superados.
Afinal, como ensina o dr. Gabor Maté, médico e autor húngaro-canadense mundialmente reconhecido por sua expertise em trauma, vícios, estresse e desenvolvimento infantil: “Trauma não é o que te aconteceu. Trauma é o que acontece dentro de ti como resultado do que te aconteceu.”
O fisioterapeuta Ivan Bonaldo acrescenta: “O problema não é o trauma, pois o mesmo trauma pode ser vivenciado de forma diferente por pessoas distintas, com sintomas diferentes...Cada percepção fragiliza um órgão diferente...cada tipo de estresse afeta um órgão ou gera um sintoma.”
Para ilustrar esse fato, o massoterapeuta Björn Eybl cita, em seu livro, possíveis percepções (e as consequentes doenças) de um homem que recebe a notícia de que sua esposa morreu num acidente de trânsito:
- se ele percebe a morte da esposa como uma perda irreparável (conflito de perda), terá sintomas nos testículos;
- se ele resiste interiormente à situação e não aceita a morte da esposa (conflito de negação), poderá desenvolver diabetes;
- se a fonte de sua autoconfiança era a esposa (conflito de autoestima), poderá ter dores na região lombar (se superar o trauma);
- se ele considerava a esposa parte de seu território (conflito de perda territorial), apresentará angina.
Eles ilustram a lógica do sistema: a mesma perda, percebida de quatro maneiras, levaria a quatro lugares diferentes do corpo. É assim que a abordagem raciocina, e por isso estão aqui.
Vale só uma coisa ao ler: a correspondência entre um tipo de conflito e um órgão determinado não é reconhecida pela medicina, e ninguém deveria concluir nada sobre um sintoma próprio a partir de uma lista. Se há sintoma, quem examina é médico.
Focos de Hamer
No instante em que a pessoa é pega de surpresa pelo DHS (choque emocional), cria-se um conflito biológico que provoca alterações simultaneamente na psique (nas emoções), no cérebro e em algum órgão, conforme a forma como a pessoa percebe o fato.
No cérebro, essa alteração se manifesta por meio de focos (tecidos cerebrais comprimidos com forma esférica) na região cerebral que controla o órgão impactado pelo choque emocional.
Dr. Hamer descobriu esses focos ao comparar tomografias computadorizadas (sem contraste) de seus pacientes oncológicos. Inicialmente ele pensou que fossem falhas no tomógrafo e levou a questão ao fabricante do aparelho (Siemens). Mas, após análise, a empresa confirmou a existência dos focos.
O médico alemão observou que, com o tempo, essas manchas mudavam de lugar e de forma. Ao correlacionar essas alterações a evoluções no quadro dos pacientes, ele descobriu padrões de desenvolvimento de doenças e criou mapas cerebrais com essas informações.
A localização e o aspecto desses focos proveem informação sobre o tipo de conflito (como a pessoa percebeu o choque emocional), o órgão afetado e a fase em que se encontra a doença (se o trauma não foi resolvido ou se foi superado e está em processo de cura).
O nome “Foco de Hamer” derivou da forma sarcástica com que os colegas do criador da Nova Medicina se referiam a essas estruturas: “os estranhos Focos de Hamer”.
Para profissionais da área de saúde, existem estudos sobre essas estruturas cerebrais, como o Curso de Introdução à Análise Tomográfica de Crânio no Contexto de Focos de Hamer disponível no site do Curso Origens (https://cursoorigens.com/atc-hamer).
Vale saber como a radiologia lê essas formações. O que se sabe é que anéis assim são conhecidos como artefatos de reconstrução: padrões produzidos pelo próprio processo de formação da imagem tomográfica, e não estruturas do cérebro. É um fenômeno previsível, que aparece independentemente de quem está sendo examinado.
Da confirmação atribuída ao fabricante do tomógrafo não há registro público localizável, e ela aparece nos materiais da abordagem sem fonte documental.
2ª Lei Biológica da Natureza – Lei Bifásica da Natureza
Dr. Hamer descobriu que a doença possui duas fases.
Na primeira, no instante em que ocorre o DHS (choque emocional), a psique (as emoções), o cérebro e o órgão afetado passam a funcionar simultaneamente no modo “estresse contínuo” até que o trauma se resolva.
Nesse período, chamado fase ativa do conflito, a tensão aumenta, o pensamento torna-se compulsivo, a pressão sanguínea sobe, a respiração e o batimento cardíaco aceleram, o sono noturno e a fome diminuem e pode haver perda de peso.
Quando o trauma é resolvido, o corpo inicia a fase de reparo (ou fase de cura ou “pós-conflito”) simultaneamente na psique (emoções), no cérebro e no órgão fragilizado. De forma geral, neste período as alterações mencionadas acima cessam, e o corpo aciona mecanismos biologicamente para instalar um Programa de Sobrevivência (doença), para restaurar o equilíbrio e voltar à normalidade (saúde).
É nesta fase que se instala a maioria das doenças que levam a pessoa ao médico para diagnóstico e tratamento, como febre, dores, inflamações etc.
A fase de cura dura, no máximo, seis meses. Se os sintomas se prolongam além desse prazo, o conflito se torna recorrente.
No meio da fase de reparo, ocorre a crise de cura, que pode durar de alguns minutos a poucos dias. É o período mais crítico do Programa de Sobrevivência (doença), como, por exemplo, a crise de espirros da rinite ou a crise de tosse da laringite. Cada Programa de Sobrevivência (doença) tem sua crise de cura específica.
Permanecer muito tempo no estresse torna a doença crônica, explica o especialista em origem emocional de sintomas Ivan Bonaldo. “O problema é que o Programa Biológico de Sobrevivência (doença) foi programado para durar por curto prazo. Se uma pessoa fica muito tempo em conflito, e o estresse dura muito tempo – a indecisão, a culpa, o remorso, a mágoa, o rancor, a frustração por uma escolha errada –, quanto mais tempo a pessoa permanece no conflito, maior é a disfunção e o desgaste do órgão envolvido.”
A resolução do choque emocional pode ocorrer por meio de reação física (confronto ou fuga) ou por mudança de percepção do trauma, processo conhecido como ressignificação.
A intuição central desta lei tem eco na pesquisa. Que o estresse prolongado desregula o corpo é bem documentado, e a literatura sobre estresse crônico, sistema imune e inflamação é sólida e crescente.
O que é próprio da abordagem, e não vem dessa literatura, são duas coisas: a estrutura em duas fases como padrão de toda doença, e os prazos definidos que ela atribui a cada uma, como os seis meses citados acima.
3ª Lei Biológica da Natureza – Lei Ontogenética dos Tecidos
Segundo a NMG, todas as doenças podem ser compreendidas por meio do processo biológico de desenvolvimento de um organismo da fecundação do óvulo à maturidade (ontogênese).
Esta lei esclarece, por exemplo, por que alguns tecidos proliferam (tumor) enquanto outros deterioram (úlcera), bem como por que um órgão perde função (como na diabetes) ou aumenta função (como no hipertireoidismo).
Com base na embriologia, o professor Ivan Bonaldo explica a Terceira Lei. “Quando o óvulo e o espermatozoide se encontram, fecundam e surge um embrião... (que) se divide em células por meio de multiplicação (mitose). Na segunda semana de vida, as células se dividem em tecidos Endodérmicos e Ectodérmicos.”
Esses tecidos – cada um tem uma função específica – são camadas de células que vão originar órgãos e novos tecidos no organismo.
Na terceira semana, surge um novo tecido entre as duas primeiras camadas germinativas: o Mesoderma.
Dr. Hamer observou que as camadas do Mesoderma funcionam de forma diferenciada (em relação à 2ª Lei Bifásica da Natureza) e se localizam em regiões distintas do cérebro. Por isso, para diferenciar a função de cada camada do Mesoderma, ele dividiu esse tecido em Mesoderma Antigo e Mesoderma Novo, e passou a considerar quatro tecidos embrionários em vez de três.
Com base na aplicação desses conhecimentos em mais de 10 mil casos de pacientes, Dr. Hamer descobriu a correlação entre os quatro tecidos, os tipos de conflito que geram os Programas de Sobrevivência (doenças) e as regiões cerebrais que comandam esses processos. Em síntese, dr. Hamer mapeou qual conflito afeta qual órgão, e qual parte do cérebro controla cada processo. Essa descoberta é conhecida como o sistema ontogenético dos tecidos.
Suas pesquisas revelaram que a região cerebral impactada pelo choque emocional (DHS) reage a conflitos específicos de três formas: com crescimento celular, com diminuição celular ou com alterações funcionais (perda ou aumento de função).
A Nova Medicina reconhece dois tipos de proliferação celular. Tumores nos tecidos do Endoderma e do Mesoderma Antigo proliferam na fase ativa do conflito e encolhem na fase de cura. Inversamente, os tumores nos tecidos Mesoderma Novo e Ectoderma formam “buracos” (perda de tecido, necrose, ulceração) na fase ativa do conflito e voltam a ser preenchidos na fase de reparo.
Dr. Hamer também descobriu que choques emocionais específicos impactam regiões cerebrais específicas, que, por sua vez, afetam órgãos específicos. Todo o processo de conexão entre os tecidos embrionários e a tríade psique (emoções)-cérebro-órgão ocorre simultaneamente ao trauma vivido pelo paciente.
Choques emocionais percebidos como vitais impactam tecidos derivados do Endoderma e afetam órgãos referentes à alimentação, à respiração e à reprodução. Traumas sentidos como falta de proteção ou ameaça à integridade física ou moral afetam órgãos e tecidos derivados do Mesoderma Antigo. Conflitos que geram sensação de incapacidade, impotência ou autodesvalorização atingem tecidos e órgãos derivados do Mesoderma Novo. Choques emocionais relacionados a contato, separação ou perda de território manifestam-se em órgãos e tecidos derivados do Ectoderma.
Com essa abordagem, dr. Hamer mapeou quase todas as doenças em sua obra Scientific Chart of Germanic New Medicine.
A tabela abaixo resume a correlação entre tecidos embrionários, tipos de conflito e comportamento tecidual durante as fases de uma enfermidade.
| Tecido embrionário | Tipo de conflito | Fase de conflito ativo | Fase de reparo | Exemplos de estruturas impactadas |
|---|---|---|---|---|
| Cérebro antigo | ||||
| Endoderma | Relacionado a algo vital | Aumento de função do tecido, proliferação celular | Necrose, redução celular, normalização do tecido | intestino delgado, glândula tireoide, faringe, fígado |
| Mesoderma Antigo | Ataque à integridade física ou moral | Aumento de função do tecido, proliferação celular | Necrose, redução celular, normalização do tecido | pleura, pericárdio, peritônio, glândula mamária |
| Cérebro novo | ||||
| Mesoderma Novo | Incapacidade, autodesvalorização, impotência | Necrose tecidual | Proliferação celular, reforço tecidual | ossos, músculos, ligamentos e articulações; veias e artérias; sistema linfático |
| Ectoderma | Contato, separação, conflitos territoriais | Necrose tecidual, perda de função | Proliferação celular | epiderme, órgãos sensoriais, ductos biliares, canais de excreção da urina |
A divisão do embrião em folhetos é embriologia estabelecida, ensinada em qualquer faculdade de medicina, e o quadro acima parte dela. A leitura emocional de cada folheto, e a coluna de órgãos que a acompanha, são da abordagem, e não fazem parte da embriologia nem da oncologia.
A tabela está aqui porque descreve como o sistema raciocina. Ela não serve para localizar o próprio caso: nenhum sintoma deve ser interpretado a partir de uma tabela numa página da internet.
4ª Lei Biológica da Natureza – Lei Ontogenética dos Micróbios
Segundo essa lei, os micróbios que habitam nosso corpo não são causadores de doença e têm uma função: trabalhar em simbiose com o organismo nos Programas de Sobrevivência (doenças) para normalizar funcionalidades que estavam em disfunção na fase ativa de estresse da doença.
Eles decompõem tecidos que proliferaram em excesso e ajudam a eliminar tecidos e toxinas durante o processo de reestruturação do corpo. “Temos muito mais micro-organismos no corpo humano que células humanas. Precisamos deles, porque eles ajudam no processo de eliminação e degradação de tecidos.”, explica o professor Ivan Bonaldo.
Os micróbios atuam especificamente em determinados tecidos embrionários. Nos tecidos Endoderma e Mesoderma Antigo, os micro-organismos proliferam na fase inicial da doença (fase ativa de estresse) na mesma quantidade que as células do órgão afetado pelo DHS (choque emocional), porém ainda não estão ativos nessa fase.
Eles passam a trabalhar somente no início da fase de cura (após a resolução do conflito), quando o corpo elimina toxinas e se reestrutura. “... são os micro-organismos que entram em ação no processo inflamatório/infeccioso para consumir o tecido necrosado, se alimentando do tecido, mas também limpando o órgão ou tecido que estava em disfunção...”, complementa o mentor do Método DES – Diagnóstico Emocional dos Sintomas.
Nos tecidos Mesoderma Novo e Ectoderma “...outras bactérias serão necessárias para preencher o buraco causado pela necrose tecidual. Elas vão trabalhar como pedreiros que cimentam os buracos e nivelam e reorganizam o tecido da melhor maneira possível.”, resume o professor.
Em todos os tecidos embrionários, ao término do processo bifásico de cura, os micróbios que participaram dos Programas de Sobrevivência (doenças) são eliminados com o líquido em excesso (dos edemas do cérebro e do órgão em disfunção), restando apenas a quantidade necessária ao equilíbrio da simbiose entre ser humano e micro-organismos.
Apesar de contribuírem para a resolução de conflitos biológicos, os micróbios podem se tornar disfuncionais se o conflito for intenso demais ou constantemente reativado. “Se vivo nova fase ativa de estresse, os micro-organismos proliferam novamente”, lembra o terapeuta Ivan Bonaldo.
| Tecido embrionário | Micro-organismo |
|---|---|
| Endoderma e Mesoderma Antigo | Fungos, micobactérias e bactérias |
| Mesoderma Novo | Bactérias |
| Ectoderma | Vírus |
Aqui é preciso ser direto. Micro-organismos causam doença. É uma das coisas mais bem estabelecidas de toda a medicina, e é a base de todo o tratamento de infecção.
Tuberculose, meningite, pneumonia, tétano, sífilis, infecção urinária e sepse são causadas por bactérias e tratadas com antibiótico. Antes dos antibióticos, muitas delas matavam rotineiramente. Uma infecção não tratada pode matar em dias uma pessoa que se recuperaria por completo com o remédio certo.
O texto acima está registrado porque faz parte do que a abordagem sustenta, e omiti-lo seria esconder algo do leitor. Mas nada nesta página deve ser lido como motivo para não tratar uma infecção.
5ª Lei Biológica da Natureza – A Quintessência – O significado biológico das doenças
Talvez os maiores benefícios da Nova Medicina Germânica sejam compreender que a doença não acontece por acaso, mas tem um propósito, e que cada tipo de DHS (choque emocional) desencadeia um Programa de Sobrevivência (doença) específico para auxiliar o organismo a resolver determinado conflito.
Entender por que o corpo adota certos comportamentos em certas situações substitui o medo do desconhecido pela compreensão de que, no decorrer da evolução, essa foi a melhor forma encontrada pela Natureza para garantir a sobrevivência da espécie diante de desafios e adversidades.
Afinal, como lembra o professor Ivan Bonaldo: “Cada vez que nos curamos de um processo conflitivo, evoluímos no processo evolutivo...Evoluímos em consciência, em habilidades, em capacidade do corpo se reestruturar...Nesse processo, o corpo adquire mais células com memória de como fazer o processo de reestruturação.”
Quando se entende a função do órgão e para que, o motivo de o órgão ter entrado em disfunção – para que ele precisa aumentar ou diminuir a funcionalidade –, entendemos o sentido, a finalidade de existir o ... sintoma e a doença.
Crédito: Professor Ivan Bonaldo, mentor do Método DES – Diagnóstico Emocional dos Sintomas.
Esta quinta lei é menos um mecanismo e mais uma forma de olhar, e é provavelmente a parte da abordagem que mais toca quem a procura. Encontrar sentido no que se está vivendo é legítimo, e para muita gente é o que torna uma doença suportável.
Vale só separar duas coisas que costumam vir juntas. Que o sentido ajude a pessoa é uma experiência real de quem a vive. Que esse sentido explique a origem da doença, ou que trabalhá-lo mude o curso dela, é uma afirmação diferente, e dessa não há evidência.